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Brasil conquista medalha inédita na prova de equipe na 8ª IOAA

  • Criado: Sexta, 15 de Maio de 2015, 10h51
  • Publicado: Sexta, 15 de Maio de 2015, 10h51
  • Última atualização em Quinta, 09 de Novembro de 2017, 10h48

A equipe brasileira retorna, ao país, vitoriosa da 8a IOAA (Olimpíada Internacional de Astronomia e Astrofísica), realizada, de 1º a 11 de agosto, em Suceava, Romênia. Pela primeira vez, os estudantes brasileiros conseguiram uma medalha na prova de equipe: a medalha de prata. E conquistaram também dois bronzes (Allan Costa e Daniel Mitsutani) e três menções honrosas (Daniel Charles Heringer Gomes, Felipe Coimbra e Pedro Guimarães Martins).

Nesta edição, o evento reuniu 198 estudantes de 37 países. Na prova individual, os estudantes resolveram um problema de dinâmica orbital. Eles tiveram 90 minutos para calcular a trajetória de dois mísseis que deveriam atingir um asteroide em rota de colisão com a Terra e salvar nosso planeta. Para isso, eles só puderam utilizar os materiais contidos em uma caixa, como réguas, massa de modelar e barbante.
A equipe brasileira deste ano é composta pelos estudantes Allan dos Santos Costa (Bauru, SP), Daniel Charles Heringer Gomes (Mogi das Cruzes, SP), Daniel Mitsutani (São Paulo, SP), Felipe Vieira Coimbra (Teresina, PI) e Pedro Guimarães Martins (Belo Horizonte, MG). Tendo como líderes, os astrônomos Dr. Gustavo Rojas, da Universidade Federal de São Carlos (UFSCAR) e Dr. Eugênio Reis, do Museu de Astronomia e Ciências Afins (MAST/MCTI).

A preparação

Os estudantes conseguiram a classificação para a IOAA por meio de bons resultados na Olimpíada Brasileira de Astronomia e Astronáutica (OBA), provas seletivas realizadas pelo Observatório Nacional (ON/MCTI) e pelo MAST e, finalmente, uma prova presencial que indica a seleção final.

Antes da viagem para a Europa, os estudantes participaram de dois treinamentos intensivos com astrônomos e especialistas, na cidade de Passa Quatro, Sul de Minas Gerais. A programação foi dividida em grupos de estudos, oficinas de atividades e observação do céu noturno, com e sem instrumentos, resolução de exercícios e realização de provas simuladas.

O grupo também contou com um planetário digital móvel cedido pelo MAST para estudar o céu do hemisfério norte por meio de projeções. Ainda aprenderam a montar e a manusear dois diferentes tipos de telescópios. Antes de embarcarem, os estudantes revisaram lições importantes sobre o céu do Hemisfério Norte no Planetário de Santo André (SP).




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